Presença da ausência.
Pode ser disparada por gatilhos,
daqueles silenciosos e tolos,
antes, invisíveis.
Ou vir barulhenta,
trazida por datas
felizes ou tristes.
Mas, em geral, chega mansa,
do nada,
como quem não quer nada.
Apenas para nos lembrar
que a ausência segue presente
e sempre seguirá.
Gabriela Casellato
Janeiro de 2026
Em um domingo cheio de presenças ausentes